Cultura

santo tirso tem 43 esculturas em esposição na cidade

Novembro 15th 2008 | Por admin

Do VIII Simpósio Internacional de Escultura Contemporânea de Santo Tirso resultaram as quatro obras de arte que este sábado, dia 15 de Novembro foram apresentadas, no Parque Urbano da Rabada.

Estas peças juntam-se agora às já existentes, num total de 43 esculturas, em exposição por Santo Tirso. Wang Keping (China), Jean Paul Albinet (França), Michel Rovelas (Caraíbas Francesas) e Ângela Ferreira (Portugal), foram os autores das quatro obras que se acrescentam ao espólio do Museu Internacional de Escultura Contemporânea de Santo Tirso (MIEC-ST).

Hubert Astier, representante do Ministério da Cultura francês, prestou largos elogios à cidade e ao projecto. “Fez (o presidente da Câmara Municipal) uma escolha fantástica para que esta cidade seja um exemplo para toda a Europa”, enunciou. Para os artistas convidados, a opinião foi unânime. “Santo Tirso é uma cidade extraordinária, com muita beleza e elegância nos detalhes”, afirmou Michel Rovelas, um dos artistas convidados e cuja escultura integra agora o MIEC-ST. “Congratulo a qualidade deste projecto que faço questão de integrar e espero que a minha escultura possa contribuir para esta beleza”, acrescentou. Também Jean Paul Albinet, outro escultor convidado, referiu a grandiosidade da iniciativa. “É a primeira vez que integro um projecto desta dimensão e estou honrado por fazer parte dele”, assegurou.

O facto de as obras estarem expostas pela cidade poderia constituir um problema mas o presidente da Câmara Municipal, Castro Fernandes, esclareceu a questão. “Felizmente, em Santo Tirso, as nossas esculturas não têm sido vandalizadas, pelo contrário, foram aceites pela população e hoje estão perfeitamente integradas no ambiente da cidade”, defendeu o autarca.

Organizado pela Câmara Municipal de Santo Tirso, os Simpósios Internacionais de Escultura são bienais e contam com a participação dos mais prestigiados artistas nacionais e internacionais.

Alberto Carneiro, comissário nacional do Simpósio, escultor e professor universitário, explicou que este projecto surgiu de uma conversa em que teria defendido ser possível “transformar Santo Tirso numa cidade de escultura contemporânea, com custos muito moderados”. “Juntas da população 24 horas por dia, estas obras têm uma função didáctica e pedagógica muito forte”, afirmou. “Neste momento, o Simpósio começa a ter projecção a nível internacional e Santo Tirso surge já em catálogos estrangeiros, a par de Serralves e da Gulbenkian”, esclareceu Alberto Carneiro.

Deixe um comentário

Name (required):
Mail (will not be published) (required):
Website:
Comment (required):
XHTML: You can use these tags: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>